Algo a mais na sua vida. Seja bem-vindo(a)!

Post Top Ad

Post Top Ad

17:22:00

Oração de São Francisco



Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz

Onde houver ódio, que eu leve o amor

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão

Onde houver discórdia, que eu leve a união

Onde houver dúvida, que eu leve a fé

Onde houver erro, que eu leve a verdade

Onde houver desespero, que eu leve a esperança

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado

Compreender do que ser compreendido

Amar que ser amado

Pois, é dando que se recebe

É perdoando que se é perdoado;

E morrendo que se vive

Para a vida eterna
11:56:00

São Pedro: história e oração

São Pedro nasceu em Betsaida, um pequeno vilarejo às margens do lago de Genesaré, ou Mar da Galiléia, no norte de Israel. Seu nome de nascimento era Simão. Quando conheceu Jesus, Simão era casado (os Evangelhos falam da cura da sogra de Pedro) e morava em Cafarnaum, importante cidade às margens do lago de Genesaré. Era filho de Jonas e tinha um irmão, André. Este foi quem o apresentou a Jesus. Os dois se tornaram discípulos de Jesus e mais tarde apóstolos. São Pedro era pescador e possuía um barco, em sociedade com seu irmão. Ambos trabalhavam no Mar da Galiléia, um lago de água doce formado pelo Rio Jordão, na região da Galiléia em Israel.

O chamado de Jesus a São Pedro

Quando Jesus conheceu Simão, disse a ele uma frase que mudaria sua vida: Você será pescador de homens. A partir daí, Simão começou seguir Jesus. Num determinado momento, Simão confessou a Jesus: Tu és o Messias, o Filho de Deus. Por isso, Jesus disse que, daquele momento em diante, seu nome seria Pedro, Cefas, Kephas em aramaico, palavra que significa Pedra.  Mais tarde o significado disso ficou claro: Pedro foi o primeiro Papa da Igreja, tornou-se a Pedra onde a Igreja encontra sua unidade.

Negações de São Pedro e perdão de Jesus

Quando Jesus foi preso no Horto das Oliveiras, pediu que seus discípulos fossem liberados. São Pedro foi liberado, mas seguiu Jesus de longe, às escondidas. Levaram Jesus preso ao Palácio de Caifás. Pedro e João entraram no pátio palácio e ficaram ali esperando o desfecho de tudo.
No pátio, alguns reconheceram São Pedro e perguntaram se ele era um dos discípulos de Jesus. Por três vezes, porém, Pedro negou e o galo cantou, como Jesus havia profetizado: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. Pedro chorou amargamente, arrependido. Quando Jesus ressuscitou e apareceu aos discípulos às margens do Mar da Galiléia, ele se dirigiu a Pedro e perguntou se Pedro o amava.
Jesus perguntou isso por três vezes. Pedro respondeu que sim as três vezes. Foi uma forma de Jesus curar o remorso no coração de Pedro por causa das três negações que tinha feito de seu Mestre. Jesus o perdoou e, em seguida disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.

As chaves do Céu

Quando Jesus deu a São Pedro a missão de ser líder da Igreja, disse a ele: tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja. Pedro era um homem simples, extrovertido, falava sem pensar. Por outro lado, era acostumado às dificuldades da vida de pescador. Mas depois de três anos seguindo Jesus, e depois da receber o poder do Espírito Santo em Pentecostes, Pedro se tornou um grande líder, um apóstolo, palavra que quer dizer enviado.
Depois de Pentecostes, São Pedro reunia multidões em suas pregações. Ele tinha o dom da cura de tal forma que as pessoas queriam tocar em seu manto, ou passar sob sua sombra para que fossem curados e libertados, como nos atesta o livro dos Atos dos Apóstolos. Ele escreveu duas cartas que estão no novo testamento, animando e exortando a Igreja nascente.

São Pedro, o primeiro papa

Depois de Pentecostes, Pedro passou a ser um evangelizador por todos os lugares onde passava. Sua autoridade como o líder da Igreja nascente sempre foi respeitada e atestada por vários documentos da Igreja. Nunca foi questionada. De fato, São Pedro assumiu as chaves da Igreja e seus sucessores, os Papas, são continuadores de sua autoridade e de sua missão dada pelo próprio Jesus cristo.

Devoção e morte de São Pedro

Por pregar o Evangelho destemidamente, São Pedro foi preso várias vezes. Uma vez, em Jerusalém, um anjo de Deus o libertou da prisão passando por vários guardas. Depois de evangelizar e animar a Igreja em vários lugares, Pedro foi para Roma. Lá, liderou a Igreja que sempre crescia, apesar das perseguições.
Assim, os romanos descobriram seu paradeiro, prenderam-no e condenaram-no à morte de cruz por ser o líder da Igreja de Jesus Cristo. No derradeiro momento,São  Pedro pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como seu Mestre.
Seu pedido foi atendido e ele foi morto na região onde hoje é o Vaticano. Seus restos mortais estão no altar da Igreja de São Pedro em Roma. A festa de São Pedro é celebrada no dia 29 de junho.

Oração a São Pedro

Glorioso São Pedro, creio que vós sois o fundamento da Igreja, o pastor universal de todos os fiéis, o depositário das chaves do Céu, o verdadeiro vigário de Jesus Cristo; eu me glorio de ser vossa ovelha, vosso súdito e filho. Uma graça vos peço com toda a minha alma; guardai-me sempre unido a vós e fazei que antes me seja arrancado do peito meu coração do que o amor e a plena submissão que vos devo nos vossos sucessores, os Pontífices romanos.
Viva e morra como filho vosso e filho da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Assim seja.
Ó glorioso São Pedro, rogai por nós que recorremos a vós. Amém. 
20:28:00

Benefícios da Vitamina D

A vitamina D é produzida pelo próprio organismo, com o auxilio da luz solar e interage com hormônios que regulam a quantidade de cálcio no organismo. É produzida a partir do colesterol, porém pode ser encontrada em alimentos como fígado, gema de ovos e óleos de peixe. Quando uma pessoa se expõe ao sol, os raios ultravioletas são absorvidos e atuam com o colesterol, transformando-o num precursor da vitamina D. Horas depois o fígado e os rins convertem esse precursor em vitamina D.
A vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. Ela regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos. A vitamina D também é muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam, por favorecer o crescimento e permitir a fixação de cálcio nos ossos e dentes.

Porque a vitamina D é tão fundamental?

A vitamina D tem sido destaque em vários estudos científicos, devido ao seu poder para combater a pressão arterial, controlar o peso e afastar o risco de tumores. Ela é essencial para o tratamento da osteoporose, pois promove a absorção de cálcio da dieta, nutriente necessário para o crescimento normal dos ossos. Algumas pesquisas sugerem que a vitamina também ajuda a combater doenças autoimunes, infecções e câncer.
Além de fortalecer nosso sistema autoimune, atua na secreção de insulina. Alguns estudos sugerem que a deficiência da vitamina pode levar ao prejuízo na secreção deste hormônio, o que poderia causar intolerância à glicose. A vitamina D é produzida na pele, mas é ativada pelos rins. Doentes com insuficiência renal necessitam de suplementos dessa vitamina.

O que a falta da vitamina D causa?

A falta da vitamina D no organismo pode ser identificada em testes laboratoriais, pela análise do cálcio na urina (se houver pouco, é um sinal de alerta) ou por exames de sangue. Não costumam se manifestar sintomas em adultos, exceto por uma eventual dorcansaço ou falta de equilíbrio. Já as crianças com deficiência de vitamina D podem desenvolver raquitismo — doença que inclui fraqueza e perda óssea.

Onde a vitamina D pode ser encontrada?

 Ela pode ser encontrada no leite, no salmão, sardinha, óleo de fígado de peixe, cogumelo, ovos e alguns cereais que são fortificados com essa vitamina. Mas a principal fonte dessa vitamina vem do sol.

O banho de sol

O corpo fabrica vitamina D graças ao contato com os raios solares. O ideal é se expor diariamente em média 15 minutos. Passe o filtro solar no rosto e deixe pernas e braços livres, já que o creme limita a absorção da luz. No entanto, pessoas mais claras, que necessitam de proteção solar absoluta, obtêm a vitamina mais facilmente, se expondo menos de 15 minutos três vezes por semana.
Existe o risco de deficiência de vitamina D durante o inverno, pois os raios solares nesta época não permitem a produção adequada de vitamina D. Também devido ao fato que a necessidade individual pode variar consideravelmente, dependendo de vários fatores. Quando ocorre a deficiência, existem complementos em forma de gotas (Aderogil). É muito importante consultar um profissional sobre a quantidade de vitamina D que você precisa.



11:50:00

Histórias do Papa Francisco: O guarda suíço…

Aconteceu dias atrás, precisamente no dia 23/ABR é o que conta um blog argentino e foi assim:
O Papa saía de manhazinha do seu apartamento na Casa Santa Marta, onde continua morando, quando viu no corredor e bem na frente da porta do seu apartamento um guarda suíço:
- Você ficou a noite toda acordado vigiando minha porta?
- Sim, Santidade?
- De pé?... Mas não está cansado? perguntou o Papa.
- É o meu dever, Santidade! Devo cuidar da sua segurança! Respondeu prontamente o guarda suíço.


Diante disso, o Papa voltou ao seu apartamento e, minutos depois trazia uma cadeira que deixou onde estava o guarda suíço:
- Tudo bem, pelo menos agora sente-se e descanse! disse fraternalmente o Papa Francisco. O guarda ciente do seu dever respondeu confuso:
- Não posso sentar-me em serviço, Santidade; as regras não o permitem….
E o Papa: 
As regras?
E o guarda cada vez mais dúbio: 
Sim, Santidade, e o meu capitão...

Então o Papa carinhosamente respondeu: 
Tudo bem, mas eu sou o Papa e lhe peço que se assente...

Pouco depois, o Papa retornou ao seu apartamento e voltou trazendo pão e presunto, que entregou ao coitado do guarda suíço, para se alimentar, e este já não sabia o que fazer...
Bom proveito, meu irmão... disse-lhe o Papa,  deixando o guarda sentado e comendo o seu sanduiche... (cf. La Nación.com 24/ABR)

Os gestos fraternos do Papa Francisco continuam sendo mais fortes que o rígido protocolo Vaticano!

A espontaneidade da fraternidade sempre questiona nossos gestos pequenos...
22:12:00

Papa recebe ativista brasileira; crise política foi a pauta

Segundo a ativista, o Papa deve falar algo sobre a importância do diálogo, sobretudo nesse momento no Brasil

Da redação, com Rádio Vaticano

O Papa recebeu em audiência privada, no final da tarde da segunda-feira, 9, a atriz e ativista brasileira Letícia Sabatella, acompanhada da juíza substituta do Tribunal de Justiça de São Paulo, Kenarik Boujikian.

Em entrevista à Rádio Vaticano, Sabatella falou a respeito da temática da audiência com Francisco.

“O Papa Francisco foi extremamente acolhedor, gentil, demonstrou-se preocupado com esse clima de ódio e de polarização no país. Ele acolheu a nossa colocação. Ele guarda suas reflexões para o que venha a pronunciar ou fazer. Ele nos escutou e nos acolheu, profundamente”.
Democracia

“Ele já reza pelo Brasil. Disse que vai falar algo sobre o diálogo, sobre a possibilidade de dialogar, que é o princípio da democracia. Acho que a democracia é para ser cuidada neste momento em que está correndo um grande risco, em que está sendo aviltada, no momento em que a Constituição é rasgada e é imposto o impeachment sem justificativa, a gente fica preocupado com quantos direitos vão ser perdidos a partir daí. Acho que o Papa Francisco deve falar algo em breve sobre o diálogo, sobre essa busca pelo diálogo, para que a gente chegue a conclusões melhores. Mas o que eu posso dizer é que ele nos escutou”.
A motivação do encontro com o Papa

“O encontro se deu em razão de um pedido dos movimentos populares para manter este diálogo com o Papa Francisco que já há algum tempo já mantém uma conversa com os movimentos populares. O primeiro encontro, em 2014, aqui no Vaticano, tinha três temas fundamentais: terra, trabalho e teto. Em razão dos acontecimentos no Brasil os movimentos populares queriam trazer ao Papa Francisco as suas preocupações. Por esta razão, eu e Letícia Sabatella, estivemos aqui, por quase uma hora, relatando o que está acontecendo em nosso país”, disse a juíza Kenarik Boujikian

Fonte: Canção Nova
16:59:00

Pentecostes e Misericórdia

Por Dom Orani João Tempesta

Vivemos neste Ano Santo extraordinário da Misericórdia e na existência de cada dia esta misericórdia que se estende sobre cada um de nós, e ainda mais nesta Festa de Pentecostes. Pois, o ano eclesiástico gira todo ele em torno da Páscoa. É o centro para o qual tudo converge e o foco donde tudo se irradia. Natal já é a preparação da Semana Santa, uma vez que Cristo nasceu para remir o mundo por sua morte e ressurreição. E Pentecostes é também o fruto da Páscoa, a vinda do Prometido pelo Pai, enviado pelo Filho. Ainda mais neste Ano Santo, devemos ver o amor de Deus transbordando nos corações dos fiéis, numa Igreja que está em contínuo estado de missão e sempre de portas abertas indo, também, ao encontro do irmão, da irmã que tanto precisa deste acolhimento transformador na ação pneumatológica, levando adiante o constante projeto do Pai.

Nos Atos dos Apóstolos vemos o que se passou em Jerusalém, pelas nove horas da manhã, exatamente cinquenta dias depois da celebração da Páscoa . Quando o Espírito Santo desceu sobre a Virgem Maria, os Apóstolos e um grupo de discípulos, a Igreja de Cristo, por Ele fundada, passou a sair pelo mundo para testemunhar o Ressuscitado. Usando uma terminologia jurídica, Pio XII, na Mystici Corporis Christi afirmou que a Igreja foi “promulgada” no dia de Pentecostes. Aquele que deu vida a todas as coisas, Aquele que deu vida a Jesus sobre a terra, Aquele que deu vida à Igreja, à história , a cada um de nós...

Eis o dia em que foi feita a primeira pregação apostólica e os primeiros convertidos são agregados à Comunidade. A Igreja começa a pulsar e sua longa vida, prolongada hoje por quase dois mil anos, inicia seu desenrolar. Com razão, vemos neste Ano Jubilar, recordando as palavras do Papa Francisco, vivenciar este impulso pneumatológico com todo o seu vigor, pois o Espírito Santo que veio não mais abandonou a Igreja, ou seja:

“O Evangelho da misericórdia tem seu lugar na Igreja que prioriza os pobres e que, “pelo amor ao homem, escuta o clamor pela justiça e deseja responder com todas as suas forças”. (EG 188).
O Espírito Santo mudou as pessoas, mas se estabeleceu um fluxo perene que fez do acontecimento de Pentecostes uma realidade permanente. Por isso, podemos afirmar, sem margem de dúvida, que o Espírito é a alma da Igreja, é sua vida. 

Há elementos eclesiais que não podem mudar, pois dizem respeito a seu aspecto divino, mas, por ser viva, a Igreja forçadamente tem de se renovar, à maneira dos organismos. E é o Espírito Santo que conduz, por meio dos séculos, este processo. O Espírito Santo é nosso advogado, diz Jesus, chamado de Paráclito, aquele que está do lado, que é assistente e que, ao mesmo tempo, nos aconselha, nos previne e nos faz dar testemunho: na hora certa, do jeito certo, nos tribunais, nos nossos trabalhos, nos depoimentos de tudo aquilo que diz respeito à obra de evangelização na Igreja de Cristo.

O Espírito Divino está hoje impelindo a Igreja no caminho da vivência da missão, como discípulos missionários em estado constante de missão, por atos concretos e gestos de misericórdia viva em nosso meio, bem como nas paróquias, nas pequenas comunidades e grupos, na opção evangélica pelos pobres, no ideal de participação em todos os níveis, numa unificada visão da vida em que toda a existência passa a ser vista de forma mais e verdadeiramente humana. 

Que alegria poder rezar hoje assim: “Vem Espírito Santo, envia do céu um raio da tua luz para que possamos sempre louvar-te e agradecer-te. Permanece conosco, conforta-nos com o teu poder, aquece-nos com o fogo do teu amor”. 

Pentecostes é um apelo à criatividade eclesial; devemos ser dóceis ao Espírito que nos conduz por vias novas, como também novas foram as vias seguidas no tempo de Constantino ou na Idade Média ou na Renascença. Pentecostes é “aggiornamento”, é renovação: o Espírito renovará a face da Terra! E hoje o Papa Francisco nos exorta, recordando que a misericórdia é a virtude que temos necessidade de acolher e anunciar. É próprio de Deus usar de misericórdia e manifestar a sua onipotência. Há a necessidade de fazer a leitura política de um conceito religioso e de aferir a sua “convivência” com o conceito “justiça”.

Nestes dias em que o Papa fala de uma Igreja em saída, e que a 54ª. Assembleia Geral da CNBB nos convocou a viver em uma Igreja em saída, particularmente do trabalho dos cristãos leigos e leigas, que são chamados a ser sal na terra e luz no mundo, como ministério ordinário. Ressoa nestes dias as proféticas palavras do Papa: “O dia de Pentecostes, quando os discípulos “ficaram todos cheios do Espírito Santo”, foi o batismo da Igreja, que nasce “em saída”, “em partida” para anunciar a todos a Boa Notícia. A Mãe Igreja, que parte para servir. Recordemos a outra Mãe, a nossa Mãe que partiu, com prontidão, para servir. A Mãe Igreja e a Mãe Maria: todas as duas virgens, todas as duas mães, todas as duas mulheres. Jesus foi peremptório com os apóstolos: não deveriam se afastar de Jerusalém antes que tivessem recebido do alto a força do Espírito Santo (cfr At 1, 4.8). Sem Ele não há missão, não há evangelização. Por isso, com toda a Igreja, a nossa Mãe Igreja Católica, invoquemos: “Vem, Santo Espírito ”!

Na Solenidade de Pentecostes, em nossa Arquidiocese temos a tradição provinda de meus amados predecessores, e que continuamos a exercer com alegria, de conferir, na Catedral de São Sebastião, o Sacramento da Crisma a jovens provindos de todos os vicariatos, como sinal de unidade e missão. É o momento de invocar os dons do Espírito Santo sobre estes jovens, para que sejam arautos da misericórdia neste mundo tão conturbado. O momento social, político e econômico é marcado, deveras, por muitas violências e algumas por causas banais. Nosso mundo hodierno, em que as distâncias geográficas parecem desaparecer, a compreensão e a comunhão entre as pessoas muitas vezes é superficial, eletrônica e torna-se gravemente difícil. Observamos, infelizmente, que permanecem desequilíbrios que com frequência levam a conflitos e a distensões. O diálogo entre as gerações torna-se difícil e por vezes prevalece a contraposição. Atônitos, assistimos a fatos do dia a dia nos quais nos parece que os homens estão a tornar-se mais agressivos e mais conflituosos. 

Peçamos os dons do Espírito Santo para que iluminem o nosso Brasil e nos faça dóceis e abertos ao espírito de Deus. Que os dons da fortaleza, da sabedoria, da ciência, do conselho, do entendimento, da piedade e do temor de Deus nos ajudem a vencer o medo e a indiferença, e viver a compaixão e a misericórdia para anunciarmos os dons do Divino Espírito Santo, para viver a vida plena!
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial