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22:50:00

Irresponsabilidades que matam..

A noite de 25 de janeiro ficará marcada na mente de milhares de brasileiros, em especial os cariocas. Por volta das 21 horas, três prédios na região central do Rio de Janeiro desabaram, levando consigo sonhos, carreiras, vidas.
Foto: Beth Santos

Câmeras de segurança de prédios vizinhos flagraram o instante da queda e do desespero de quem passava pela rua. Assustador, parecia cena de filme. Policiais e bombeiros foram deslocados imediatamente para o local da tragédia.

O motivo, ainda desconhecido, pode ter sido uma obra irregular feita em um dos edifícios. Testemunhas relataram nos meios de comunicação que uma empresa estaria reformando o nono andar e havia simplesmente removido as paredes.

Sonhos, carreiras, famílias, sentimentos, histórias... Tudo virou um amontoado de entulho e muita poeira. O culpado? Se existe algum, tenha certeza de que será mais um beneficiado pela IMPUNIDADE que governa nosso País.

Infelizmente ainda veremos muitas cenas como essa, em que grandes tragédias acontecem porque nossas leis não são eficazes o suficiente para fazer com que as coisas sejam feitas de maneira correta.

Brasil, o País da impunidade.
21:35:00

Até onde vai a crueldade humana?

Depois de notícias e mais notícias parecidas, vamos discutir um pouco mais sobre esse assunto: até que ponto pode chegar a crueldade feita pelo ser humano? Atos violentos contra crianças, idosos, jovens, adultos e, até mesmo, animais. O que leva pessoas aparentemente normais cometerem tais atrocidades?

Nos últimos dias, pudemos acompanhar nos noticiários, o caso de uma enfermeira que espancou um cão pequeno até a sua morte. Se não bastasse isso, a ação foi feita na frente de uma criança. Que marca ficará na memória dessa criança? O que um cão fez para merecer tanta crueldade? O que leva uma pessoa a cometer este tipo de agressão?

Serão essas ações as consequências do mundo moderno? Estresse transformado em raiva que, por sua vez, torna-se crueldade? Cada vez mais as pessoas são pressionadas no mundo de hoje. Seja profissionalmente ou até socialmente.

O dia-a-dia das grandes metrópoles tem deixado cada vez mais pessoas à beira de uma crise de raiva, pessoas estão prestes a explodir! Não encontramos mais aqueles que nos cumprimentam na rua com um bom dia, boa tarde ou boa noite. Cadê a sociedade? Talvez esteja se desmanchando em crises e mais crises de raiva. Cuidado!
21:04:00

Independência?

(por Luciano Silvestre)

Amanhã, 7 de setembro, milhões de brasileiros patriotas comemoram a independência do Brasil. Mas como o tempo anda curto para mim, resolvi escrever alguma coisa hoje mesmo. Desde já, adianto que não vim aqui para falar sobre história, mas sobre a realidade.

Mas, que independência? Será que ela realmente existe na sociedade em que hoje vivemos? No pouco tempo em que assisti à televisão neste fim de domingo, perdi a conta de quantas pessoas não sabem cantar o hino de seu próprio país. Onde está o erro? Cultura? Educação? Onde?

Infelizmente somos obrigados a presenciar inúmeras situações desse tipo e continuaremos vivenciando mais outras. Hoje não mais se canta o hino nacional antes de entrar na aula. Lembro-me que na minha época da escola primária já não cantava, mas rezava um Pai Nosso.

E então caro leitor, como podemos dizer que somos independentes se nem cantar nosso hino sabemos? Fica complicado responder. Até quando teremos que enfrentar episódios como estes?

De acordo com o pronunciamento nacional dado pelo nosso presidente hoje à noite, parece que foi encontrada uma solução para todos os problemas do Brasil. À essa solução deu-se o nome pré-sal.
19:47:00

Iguais, porém diferentes

(por Luciano Silvestre)

Hoje, voltando do cinema de trem, presenciei uma cena no mínimo chocante: um homem, sem calçados e com roupas sujas e rasgadas, pedia desesperadamente algo para comer. O que mais me chamou a atenção foi que, diferente de muitos outros, ele não pedia dinheiro. Ele clamava por comida.

Essa cena me fez perceber como ainda estamos longe da igualdade social em nosso país. Ao mesmo tempo, uns têm muitos. Outros, ainda não sabem o que irão comer na manhã seguinte. E enquanto isso no Senado, brigas e mais brigas, podres e mais podres.

Sei que o Brasil tem uma grande extensão, mas também sei, principalmente, que cenas como esta que presenciei acontecem diariamente e em vários locais. Isso só me dá a certeza de como nós, seres humanos, somos tão atrasados. Não conseguimos perceber problemas excessivamente nítidos.

Mas se conseguimos enxergar os problemas, somos impotentes ao ponto de eleger políticos a nível destes que hoje tanto roubam. Sim, somos impotentes. Não somos capazes de escolher nem quem deveria ser nosso representante. É triste, mas é a realidade.

Não sei de onde aquele homem que pedia comida é, não sei seu nome muito menos sua idade. Mesmo assim, esse post é dedicado à ele, que humildemente clamava por comida em vez de roubar, como muitos (que têm tudo para comer e ainda usam terno e gravata) fazem.
20:53:00

A gripe de 2009

(por Luciano Silvestre)

A tal gripe suína parece que chegou para marcar presença em nosso país. O número de casos de infectados (e vítimas) vem aumentando constantemente e preocupando toda a população brasileira. E a sensação de que não estamos preparados também vem crescendo.

As recomendações para evitar contrair o vírus estão em todos os meios de comunicação alertando crianças, jovens e adultos. E parece que ter surtido efeito, até já ouvi de minha sobrinha que não se pode chegar muito perto da televisão, para não pegar gripe suína. Brincadeiras à parte, o caso é sério, muito sério.

O novo vírus da gripe tem provocado diversas mudanças na rotina das pessoas. Aulas e viagens foram reprogramadas e algumas empresas estão tomando medidas para tentar proteger seus funcionários. Até mesmo jogos de futebol tiveram que ser repensados.

Toda essa história de gripe me levou a pensar em uma coisa: como somos tão inúteis. O vírus, um parasita extremamente minúsculo, tem a capacidade de levar à morte um grande número de pessoas. E ainda assim, muita gente se acha superior a qualquer outra coisa. Estranho, não acha?
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