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22:50:00

Madre Teresa de Calcutá: Oito "dias de festa" em Roma pela sua canonização

ROMA, 02 Jul. 16 / 10:00 am (ACI).- As Missionárias da Caridade apresentaram o programa para a canonização da Beata Madre Teresa de Calcutá que acontecerá no dia 4 de setembro no Vaticano, o qual prevê uma série de celebrações litúrgicas e atividades durante os dias prévios e posteriores, com a possibilidade de que os fiéis venerem as relíquias da futura Santa.
A canonização da Madre Teresa, a ser realizada no contexto do Jubileu da Misericórdia, tem como lema “Portadora do amor terno e misericordioso de Deus”. O programa da sua canonização começa no dia 1º e se estenderá até o dia 8 de setembro.
No primeiro dia, às 9h, será inaugurada a “Exposição da vida, o espírito e a mensagem de Madre Teresa” na Universidade LUMSA. Das 16h às 20h30, será realizado a “Festa familiar com os pobres e para os pobres das Missionárias da Caridade” no Auditório Santa Cecília.
Em 2 de setembro, serão celebradas Missas em diferentes idiomas na Basílica Santa Anastásia em Roma.
De 8h30 às 22h, será feita na Basílica de São João de Latrão a Vigília de Oração com Adoração Solene, presidida pelo Vigário Geral do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini. O tema será “Irradiando a Luz de Cristo: Um Chamado à Santidade”.
No sábado, 3 de setembro, às 10h acontecerá a Catequese do Papa Francisco na Praça de São Pedro. Em seguida, às 17h, a Basílica San Andrea della Valle será sede do evento Oração e Meditação Musical, um Oratório em homenagem à Beata Teresa de Calcutá. Logo depois, haverá um momento de veneração das relíquias da Beata e a Santa Missa às 19h.
No domingo, 4, dia central, será celebrada a Missa de canonização da fundadora das Missionárias da Caridade às 10h na Praça de São Pedro, presidida pelo Papa Francisco. Ao meio-dia, ele recitará a Oração do Ângelus.
No dia seguinte, 5, será celebrada às 10h na Praça de São Pedro a primeira festa de Santa Teresa de Calcutá e a Missa de Ação de Graças, que será presidida pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin.
À tarde haverá um momento de veneração das relíquias da nova Santa na Basílica de São João de Latrão de 16h às 18h30.
Na terça-feira, 6 de setembro, os fiéis terão novamente a oportunidade de venerar as relíquias na Basílica de São João de Latrão de 7h às 18h30.
Finalmente, as relíquias serão transladadas à Igreja de São Gregório Magno ao Celio para sua veneração nos dias 7 e 8 de setembro das 9h às 18h. Do mesmo modo, os fiéis poderão visitar o quarto da Madre Teresa no Convento de São Gregório das 8h30 às 12h e das 16h10 às 19h.
Em sua página, as Missionárias da Caridade assinalam que “a canonização da Madre Teresa nos convida a olhá-la como uma heroína cristã, um modelo maravilhoso da vida cristã”.
“Mas, como diz o documento Lumen Gentium do Concílio Vaticano II: ‘Veneramos a memória dos Santos do céu por sua exemplaridade, porém, mais ainda com o objetivo de que a união de toda a Igreja se fortaleça pelo exercício da caridade fraterna. Porque, assim como a comunhão cristã entre os peregrinos nos aproxima mais de Cristo, o consórcio com os Santos nos une a Cristo, de quem, como fonte e cabeça, provém toda graça e vida do povo de Deus’”.
Do mesmo modo, destacaram o fato de que a canonização se realize durante o Jubileu da Misericórdia, “de maneira especial durante a celebração do Jubileu dos trabalhadores e voluntários da misericórdia”.
“Todo o pontificado do Papa Francisco está marcado pela atenção e o amor pelos últimos, os mais insignificantes e os extraviados, pelos marginalizados, os que estão na periferia da existência humana – os mais pobres dos pobres. O que seria o mais apropriado então, ter a Madre Teresa para ser, inclusive pudéssemos dizer, a Santa deste Jubileu!”, expressaram.
17:22:00

Oração de São Francisco



Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz

Onde houver ódio, que eu leve o amor

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão

Onde houver discórdia, que eu leve a união

Onde houver dúvida, que eu leve a fé

Onde houver erro, que eu leve a verdade

Onde houver desespero, que eu leve a esperança

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado

Compreender do que ser compreendido

Amar que ser amado

Pois, é dando que se recebe

É perdoando que se é perdoado;

E morrendo que se vive

Para a vida eterna
11:56:00

São Pedro: história e oração

São Pedro nasceu em Betsaida, um pequeno vilarejo às margens do lago de Genesaré, ou Mar da Galiléia, no norte de Israel. Seu nome de nascimento era Simão. Quando conheceu Jesus, Simão era casado (os Evangelhos falam da cura da sogra de Pedro) e morava em Cafarnaum, importante cidade às margens do lago de Genesaré. Era filho de Jonas e tinha um irmão, André. Este foi quem o apresentou a Jesus. Os dois se tornaram discípulos de Jesus e mais tarde apóstolos. São Pedro era pescador e possuía um barco, em sociedade com seu irmão. Ambos trabalhavam no Mar da Galiléia, um lago de água doce formado pelo Rio Jordão, na região da Galiléia em Israel.

O chamado de Jesus a São Pedro

Quando Jesus conheceu Simão, disse a ele uma frase que mudaria sua vida: Você será pescador de homens. A partir daí, Simão começou seguir Jesus. Num determinado momento, Simão confessou a Jesus: Tu és o Messias, o Filho de Deus. Por isso, Jesus disse que, daquele momento em diante, seu nome seria Pedro, Cefas, Kephas em aramaico, palavra que significa Pedra.  Mais tarde o significado disso ficou claro: Pedro foi o primeiro Papa da Igreja, tornou-se a Pedra onde a Igreja encontra sua unidade.

Negações de São Pedro e perdão de Jesus

Quando Jesus foi preso no Horto das Oliveiras, pediu que seus discípulos fossem liberados. São Pedro foi liberado, mas seguiu Jesus de longe, às escondidas. Levaram Jesus preso ao Palácio de Caifás. Pedro e João entraram no pátio palácio e ficaram ali esperando o desfecho de tudo.
No pátio, alguns reconheceram São Pedro e perguntaram se ele era um dos discípulos de Jesus. Por três vezes, porém, Pedro negou e o galo cantou, como Jesus havia profetizado: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. Pedro chorou amargamente, arrependido. Quando Jesus ressuscitou e apareceu aos discípulos às margens do Mar da Galiléia, ele se dirigiu a Pedro e perguntou se Pedro o amava.
Jesus perguntou isso por três vezes. Pedro respondeu que sim as três vezes. Foi uma forma de Jesus curar o remorso no coração de Pedro por causa das três negações que tinha feito de seu Mestre. Jesus o perdoou e, em seguida disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.

As chaves do Céu

Quando Jesus deu a São Pedro a missão de ser líder da Igreja, disse a ele: tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja. Pedro era um homem simples, extrovertido, falava sem pensar. Por outro lado, era acostumado às dificuldades da vida de pescador. Mas depois de três anos seguindo Jesus, e depois da receber o poder do Espírito Santo em Pentecostes, Pedro se tornou um grande líder, um apóstolo, palavra que quer dizer enviado.
Depois de Pentecostes, São Pedro reunia multidões em suas pregações. Ele tinha o dom da cura de tal forma que as pessoas queriam tocar em seu manto, ou passar sob sua sombra para que fossem curados e libertados, como nos atesta o livro dos Atos dos Apóstolos. Ele escreveu duas cartas que estão no novo testamento, animando e exortando a Igreja nascente.

São Pedro, o primeiro papa

Depois de Pentecostes, Pedro passou a ser um evangelizador por todos os lugares onde passava. Sua autoridade como o líder da Igreja nascente sempre foi respeitada e atestada por vários documentos da Igreja. Nunca foi questionada. De fato, São Pedro assumiu as chaves da Igreja e seus sucessores, os Papas, são continuadores de sua autoridade e de sua missão dada pelo próprio Jesus cristo.

Devoção e morte de São Pedro

Por pregar o Evangelho destemidamente, São Pedro foi preso várias vezes. Uma vez, em Jerusalém, um anjo de Deus o libertou da prisão passando por vários guardas. Depois de evangelizar e animar a Igreja em vários lugares, Pedro foi para Roma. Lá, liderou a Igreja que sempre crescia, apesar das perseguições.
Assim, os romanos descobriram seu paradeiro, prenderam-no e condenaram-no à morte de cruz por ser o líder da Igreja de Jesus Cristo. No derradeiro momento,São  Pedro pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como seu Mestre.
Seu pedido foi atendido e ele foi morto na região onde hoje é o Vaticano. Seus restos mortais estão no altar da Igreja de São Pedro em Roma. A festa de São Pedro é celebrada no dia 29 de junho.

Oração a São Pedro

Glorioso São Pedro, creio que vós sois o fundamento da Igreja, o pastor universal de todos os fiéis, o depositário das chaves do Céu, o verdadeiro vigário de Jesus Cristo; eu me glorio de ser vossa ovelha, vosso súdito e filho. Uma graça vos peço com toda a minha alma; guardai-me sempre unido a vós e fazei que antes me seja arrancado do peito meu coração do que o amor e a plena submissão que vos devo nos vossos sucessores, os Pontífices romanos.
Viva e morra como filho vosso e filho da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Assim seja.
Ó glorioso São Pedro, rogai por nós que recorremos a vós. Amém. 
09:08:00

Santo do Dia: São Nilo

Neste dia mergulhamos na história de São Nilo, onde encontramos um exemplar cristão que viveu no sul da Itália e no fim do primeiro milênio. Nilo, chamado o Jovem, fazia parte de uma nobre família de origem grega, por isso foi considerado o último elo entre a cultura grega e a latina.
Era casado e funcionário do governo de Constantinopla, com o nascimento de uma filha, acabou viúvo e depois descobriu sua vocação à vida monástica, segundo a Regra de São Basílio. Após várias mudanças acabou se fixando em Monte Cassino, perto da famosa abadia beneditina.
Seu testemunho atraiu a muitos, tendo assim a felicidade de fundar vários mosteiros no Sul da Itália, com o cotidiano pautado pelo trabalho e oração. No trabalho, além da agricultura, transcrevia manuscritos antigos, introduziu um sistema taquigráfico (ítalo-grego) e compôs hinos sacros.
São Nilo realizou várias romarias aos túmulos dos santos Pedro e Paulo, aproveitando para enriquecer as bibliotecas de Roma, até que a pedido de Gregório, Nilo fundou um mosteiro em Grottaferrata, perto de Roma.
Este pacificador da política e guerras da época, teve grande importância para a história da Igreja, e na consolidação da vida monástica. Morreu com noventa e cinco anos de idade, no dia 25 de setembro de 1005.
São Nilo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova
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