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11:50:00

Histórias do Papa Francisco: O guarda suíço…

Aconteceu dias atrás, precisamente no dia 23/ABR é o que conta um blog argentino e foi assim:
O Papa saía de manhazinha do seu apartamento na Casa Santa Marta, onde continua morando, quando viu no corredor e bem na frente da porta do seu apartamento um guarda suíço:
- Você ficou a noite toda acordado vigiando minha porta?
- Sim, Santidade?
- De pé?... Mas não está cansado? perguntou o Papa.
- É o meu dever, Santidade! Devo cuidar da sua segurança! Respondeu prontamente o guarda suíço.


Diante disso, o Papa voltou ao seu apartamento e, minutos depois trazia uma cadeira que deixou onde estava o guarda suíço:
- Tudo bem, pelo menos agora sente-se e descanse! disse fraternalmente o Papa Francisco. O guarda ciente do seu dever respondeu confuso:
- Não posso sentar-me em serviço, Santidade; as regras não o permitem….
E o Papa: 
- As regras?
E o guarda cada vez mais dúbio: 
- Sim, Santidade, e o meu capitão...

Então o Papa carinhosamente respondeu: 
- Tudo bem, mas eu sou o Papa e lhe peço que se assente...

Pouco depois, o Papa retornou ao seu apartamento e voltou trazendo pão e presunto, que entregou ao coitado do guarda suíço, para se alimentar, e este já não sabia o que fazer...
- Bom proveito, meu irmão... disse-lhe o Papa,  deixando o guarda sentado e comendo o seu sanduiche... (cf. La Nación.com 24/ABR)

Os gestos fraternos do Papa Francisco continuam sendo mais fortes que o rígido protocolo Vaticano!

A espontaneidade da fraternidade sempre questiona nossos gestos pequenos...
22:12:00

Papa recebe ativista brasileira; crise política foi a pauta

Segundo a ativista, o Papa deve falar algo sobre a importância do diálogo, sobretudo nesse momento no Brasil

Da redação, com Rádio Vaticano

O Papa recebeu em audiência privada, no final da tarde da segunda-feira, 9, a atriz e ativista brasileira Letícia Sabatella, acompanhada da juíza substituta do Tribunal de Justiça de São Paulo, Kenarik Boujikian.

Em entrevista à Rádio Vaticano, Sabatella falou a respeito da temática da audiência com Francisco.

“O Papa Francisco foi extremamente acolhedor, gentil, demonstrou-se preocupado com esse clima de ódio e de polarização no país. Ele acolheu a nossa colocação. Ele guarda suas reflexões para o que venha a pronunciar ou fazer. Ele nos escutou e nos acolheu, profundamente”.
Democracia

“Ele já reza pelo Brasil. Disse que vai falar algo sobre o diálogo, sobre a possibilidade de dialogar, que é o princípio da democracia. Acho que a democracia é para ser cuidada neste momento em que está correndo um grande risco, em que está sendo aviltada, no momento em que a Constituição é rasgada e é imposto o impeachment sem justificativa, a gente fica preocupado com quantos direitos vão ser perdidos a partir daí. Acho que o Papa Francisco deve falar algo em breve sobre o diálogo, sobre essa busca pelo diálogo, para que a gente chegue a conclusões melhores. Mas o que eu posso dizer é que ele nos escutou”.
A motivação do encontro com o Papa

“O encontro se deu em razão de um pedido dos movimentos populares para manter este diálogo com o Papa Francisco que já há algum tempo já mantém uma conversa com os movimentos populares. O primeiro encontro, em 2014, aqui no Vaticano, tinha três temas fundamentais: terra, trabalho e teto. Em razão dos acontecimentos no Brasil os movimentos populares queriam trazer ao Papa Francisco as suas preocupações. Por esta razão, eu e Letícia Sabatella, estivemos aqui, por quase uma hora, relatando o que está acontecendo em nosso país”, disse a juíza Kenarik Boujikian

Fonte: Canção Nova
20:04:00

Papa diz que cristão deve viver sofrimento e dor com alegria e esperança

VATICANO, 06 Mai. 16 / 11:30 am (ACI).- O Papa Francisco recordou durante a homilia na Missa na Casa Santa Marta que o cristianismo não elimina a dor, mas lhe dá um novo sentido graças à ação salvífica de Jesus Cristo, ao comentar o Evangelho do dia que Jesus adverte os discípulos que ficarão tristes, mas que esta tristeza se transformará num grito de alegria.

“Isto é o que fazem a alegria e a esperança juntas em nossa vida quando estamos em tribulação, em meio a problemas, quando sofremos. Não é uma anestesia. A dor é dor, mas vivida com alegria e esperança abre as portas à alegria de um fruto novo”.

“Esta imagem do Senhor nos deve ajudar nas dificuldades; dificuldades por vezes árduas, que nos levam até a duvidar de nossa fé... Mas com a alegria e a esperança vamos adiante, porque depois da tempestade chega um homem novo, como a mulher quando dá à luz. E Jesus diz que esta alegria e esperança são duradouras, não passam”.

Francisco continuou falando acerca do mesmo tema e assinalou que “uma alegria sem esperança é um simples divertimento, uma alegria passageira”.

“Uma esperança sem alegria não é esperança, não vai além de um saudável otimismo; mas alegria e esperança vão juntas e as duas fazem esta explosão que a Igreja, em sua liturgia, quase grita, sem pudor: ‘Exulte a tua Igreja!’ Exulte de alegria. Sem formalidades, porque quando uma alegria é forte, não existe formalidade: é alegria”.

Em seguida, o Pontífice afirmou que “o Senhor nos diz que haverá problemas na vida”, mas “esta alegria e esperança não são um carnaval: são outra coisa”.

“A alegria fortalece a esperança e a esperança floresce na alegria. E assim vamos adiante, mas todas as duas – com este comportamento que a Igreja quer dar a estas duas virtudes cristãs – indicam um ‘sair de nós mesmos’. A pessoa alegre não se fecha em si mesma; a esperança a leva lá”.

O Papa também explicou que a alegria humana “pode ser extraída de qualquer coisa, inclusive das dificuldades. Mas afirmou que Jesus quer nos dar uma alegria que ninguém pode nos tirar: “É duradoura, até nos momentos mais sombrios. É o que acontece na Ascensão do Senhor aos céus”.

“A esperança de viver e de chegar ao Senhor se torna uma alegria que se apodera de toda a Igreja”, concluiu.


Evangelho comentado pelo Papa (João 16,20-23a):


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. A mulher, quando deve dar à luz, fica angustiada porque chegou a sua hora; mas, depois que a criança nasceu, ela já não se lembra dos sofrimentos, por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo.

Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria. Naquele dia, não me perguntareis mais nada”.
11:48:00

Papa: o Espírito Santo é o protagonista da Igreja

Na Missa de hoje, Papa explicou que o caminho da Igreja é pautado pelo Espírito Santo
Da Redação, com Rádio Vaticano
O protagonista da Igreja é o Espírito Santo, afirmou o Papa Francisco na Missa desta quinta-feira, 28, na Casa Santa Marta. O Santo Padre comentou a célebre passagem dos Atos dos Apóstolos sobre o chamado “Concílio” de Jerusalém.
O Papa observou que o protagonista da Igreja é o Espírito Santo. “É Ele que desde o primeiro momento deu força aos apóstolos para proclamar o Evangelho. É o Espírito que faz tudo, o Espírito que conduz a Igreja adiante mesmo com seus problemas, mesmo quando se desencadeia a perseguição”.
É o Espírito quem dá a força para os fiéis permanecerem na fé, inclusive diante da resistência a insistência dos doutores da lei. Neste caso, explicou o Papa, há uma dupla resistência à ação do Espírito: a daqueles que acreditavam que Jesus tinha vindo somente para o povo eleito e daqueles que queriam impor a lei de Moisés, incluindo a circuncisão, aos pagãos convertidos. O Papa observou que houve uma grande confusão em tudo isso.
“O Espírito colocava seus corações em uma estrada nova: eram as surpresas do Espírito. E os apóstolos viram-se em situações que nunca teriam imaginado, situações novas. E como lidar com estas novas situações?”
Francisco explicou que por isso os discípulos convocaram uma reunião em Jerusalém, na qual cada um contou sua experiência de como o Espírito Santo também descia sobre os pagãos. Os presentes ouviam Barnabé e Paulo, que relatavam os sinais e prodígios que Deus havia realizado entre as nações.
“Ouvir, não ter medo de ouvir. Quando alguém tem medo de ouvir, não tem o Espírito em seu coração. Ouvir: ‘Você o que acha e por quê?’. Ouvir com humildade. E depois de terem ouvido, decidiram enviar às comunidades gregas, isto é, aos cristãos que vieram do paganismo, enviar alguns discípulos para tranquilizá-los e dizer-lhes: ‘Tudo bem, continuem assim’”.
O Santo Padre explicou ainda que, ao final da reunião, os discípulos decidiram escrever uma carta em que o protagonista era o Espírito Santo, era aquele que os acompanhavam em todas as suas decisões. Este é o caminho da Igreja, enfatizou o Papa.
“E quando o Espírito nos surpreende com uma coisa que parece nova, ‘que nunca foi assim’, ‘deve-se fazer assim’. Pensem no Vaticano II, nas resistências ao Concílio… e o cito porque é um evento próximo de nós. Quantas resistências: ‘mas não…’. Ainda hoje persistem resistências, de uma forma ou outra, e o Espírito vai adiante. O caminho da Igreja é esse: reunir-se, unir-se juntos, ouvir-se, discutir, rezar e decidir. Esta é a chamada sinodalidade da Igreja, na qual se expressa a comunhão da Igreja. E quem faz a comunhão? É o Espírito! De novo é ele o protagonista. O que nos pede o Senhor? Docilidade ao Espírito. O que nos pede o Senhor? Para não termos medo ao ver que é o Espírito que nos chama. Peçamos ao Senhor a graça de entender como a Igreja vai avante”
19:22:00

Papa se encontrou com ex-presidente Fidel Castro

Papa Francisco chega à Praça da Revolução durante visita à Cuba neste domingo (20) (Foto: Filippo Monteforte/AFP)Papa Francisco chega à Praça da Revolução durante visita à Cuba neste domingo (20) (Foto: Filippo Monteforte/AFP)


O Papa Francisco se encontrou com e ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, neste domingo (20), e fez uma visita ao líder revolucionário de 89 anos em sua casa em Havana, de acordo com um porta-voz do Vaticano.
Segundo o padre Federico Lombardi, a reunião entre Francisco e o ex-presidente teria durado entre 30 e 40 minutos e ocorreu em um "ambiente muito familiar e informal", com a presença da esposa do líder cubano, Dalia Soto del Valle.
O encontro foi realizado durante a visita do Papa Francisco à Cuba, que chegou ao país neste sábado (19)
Fidel Castro, irmão mais velho do atual presidente de Cuba, Raul Castro, esteve à frente do governo cubano desde 1959, até renunciar por questões de saúde primeiramente em 2006, e então, de forma definitiva, em 2008.
Missa
Francisco pediu neste domingo em sua homilia durante a missa na Praça da Revolução de Havana que os cubanos sirvam às pessoas, e não às ideias, e insistiu que a importância das nações se mede em como atendem as necessidades dos mais desfavorecidos.

"A importância de um povo, de uma nação, a importância de uma pessoa sempre se baseia em como serve à fragilidade de seus irmãos", continuou o papa, que dedicou sua homilia aos cristãos. "Todos estamos convidados a cuidar uns dos outros por amor".O pontífice disse que o povo cubano tem "vocação de grandeza" e afirmou que deve cuidar especialmente dos mais frágeis.
O pontífice celebrou a eucaristia diante de milhares de cubanos que o esperavam desde o começo da manhã. Ele circulou para cumprimentá-los mais de perto a bordo de um papamóvel conversível de fabricação cubana.
Negociações
Francisco também pediu durante a celebração que o governo da Colômbia e os guerrilheiros das Farc garantam que as negociações de paz que já duram três anos sejam bem sucedidas, pondo fim a uma "longa noite" de conflitos.
"Por favor, não temos direito de permitir outro fracasso neste caminho de paz e reconciliação", disse o papa durante uma missa campal na Praça da Revolução, em Havana, para logo depois agradecer ao presidente cubano Raul Castro por seu apoio a este diálogo.
O presidente colombiano Juan Manuel Santos colocou sua reputação em jogo ao buscar um pacto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), tentando colocar fim à insurgência mais longa da história da América Latina, que já matou 220 mil pessoas e deslocou milhões ao longo de 50 anos.
"Que o sangue vertido por milhares de inocentes durante tantas décadas de conflito armado (...) dê sustentação a todos os esforços que estão sendo feitos, inclusive aqui nesta bela ilha, para uma definitiva reconciliação. Assim, essa longa noite de dor e de violência poderá se transformar em um dia sem anoitecer", disse Francisco.
Fonte: G1
09:06:00

Deus também chora e tem coração de Pai, lembra Papa em homilia

Francisco destacou que a paternidade dos homens deve ser como a paternidade de Deus, sempre pronto a esperar pelos filhos
Da Redação, com Rádio Vaticano
Deus também chora e tem coração de Pai, lembra Papa em homiliaNa Missa desta terça-feira, 4, Papa Francisco enfatizou a figura de Deus como Pai. Ele explicou que Deus também chora e o seu pranto é como aquele de um pai que ama os filhos e não os renega, mesmo quando são rebeldes.
As leituras do dia apresentaram a figura de dois pais: o rei Davi, que chora pela morte do filho rebelde Absalão, e Jairo, chefe da sinagoga, que pede a Jesus a cura da filha. O Papa se concentrou sobre o choro de Davi ao receber a notícia da morte do filho, mesmo que este lutasse contra o seu reino. “Este é o coração de um pai, que não renega nunca o seu filho. ‘É um bandido, um inimigo, mas é meu filho!’”.
Quanto ao outro pai, Francisco lembrou que ele era uma pessoa importante, mas diante da doença da filha não teve vergonha de jogar-se aos pés de Jesus e pedir pela saúde dela.  Davi e Jairo, explicou o Papa, são dois pais para quem o mais importante são os filhos. Isso faz pensar na paternidade de Deus.
“Deus é assim conosco! ‘Mas, padre, Deus não chora!’. Mas como não! Recordemos Jesus, quando chorou olhando Jerusalém. ‘Jerusalém, Jerusalém! Quantas vezes quis reunir teus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos sob suas asas’. Deus chora! Jesus chorou por nós! E aquele choro de Jesus é propriamente a figura do choro do Pai, que nos quer todos consigo”.
Francisco lembrou que nos momentos difíceis o Pai sempre responde, espera pelo filho. E a paternidade do homem, seja na família ou no aspecto espiritual, deve ser como a paternidade de Deus.
“Vamos hoje pra casa com estes dois ícones: Davi que chora e o outro, chefe da sinagoga, que se joga diante de Jesus, sem medo de se tornar uma vergonha e fazer os outros rirem. Em jogo estavam seus filhos. E com estes dois ícones digamos: ‘Creio em Deus Pai’. É uma graça do Espírito Santo poder dizer a Deus ‘Pai!’. Peçamos essa graça a Ele”.
14:59:00

Papa Francisco deseja total restabelecimento a Cristina Kirchner

Cidade do Vaticano - O papa Francisco desejou nesta quarta-feira (9/10) um "total restabelecimento" à presidente argentina Cristina Kirchner, operada na terça-feira (8/10) de um hematoma cranial. "Peço à Virgem Maria, Nossa Senhora de Luján, que a fortaleça par que novamente possa voltar a suas responsabilidades cotidianas", afirmou o pontífice em uma mensagem calorosa dirigida simplesmente a "Cristina".

15:43:00

Papa Francisco convoca assembleia extraordinária do sínodo sobre família

O Papa Francisco convocou uma assembleia extraordinária do sínodo da Igreja sobre os desafios que a família católica enfrenta, anunciou nesta terça-feira (8) o padre Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé.
Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização serão o tema desta assembleia, que será realizada entre 5 e 19 de outubro de 2014 e agrupará um total de 150 pessoas, entre elas presidentes das conferências episcopais de todo mundo e especialistas.
Esta é a terceira vez que é convocada uma assembleia extraordinária do sínodo de bispos desde sua criação, depois do Concílio Vaticano II (1962-65). Nestes 48 anos ocorreram assembleias ordinárias (mais abertas) ou extraordinárias (restritas), tratando de diferentes temas.
O regulamento do sínodo estabelece que as assembleias extraordinárias são convocadas quando o tema exige uma definição rápida, explicou o padre Lombardi.
O Papa expressou em várias ocasiões seu interesse por aprofundar certos aspectos sobre a família, como o dos divorciados que se casam de novo.
Na semana passada, Francisco disse, durante sua visita a Assis, que o compromisso que um homem e uma mulher assumem ao contrair matrimônio e a família tradicional são realidades que a Igreja quer defender, e criticou a forma 'às vezes superficial e equívoca' de considerar a família atual.
O aumento do número de divorciados e a legalização do casamento homossexual em vários países preocupa a Igreja, que vê nisso um questionamento do modelo tradicional de família apresentado pela Bíblia.
Francisco defende que a Igreja seja mais acolhedora com as pessoas que não vivem em conformidade com o catecismo, como é o caso dos divorciados, casais que vivem sem estar casados, os homossexuais ou as mulheres que abortaram, que se sentem excluídos. Mas não põe em questão o catecismo.
Esta reunião é convocada também para fazer frente ao crescente processo de descristianização nos países ocidentais, já que se considera que o núcleo familiar é o primeiro lugar de transmissão da fé.
Fonte: G1
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