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21:35:00

Até onde vai a crueldade humana?

Depois de notícias e mais notícias parecidas, vamos discutir um pouco mais sobre esse assunto: até que ponto pode chegar a crueldade feita pelo ser humano? Atos violentos contra crianças, idosos, jovens, adultos e, até mesmo, animais. O que leva pessoas aparentemente normais cometerem tais atrocidades?

Nos últimos dias, pudemos acompanhar nos noticiários, o caso de uma enfermeira que espancou um cão pequeno até a sua morte. Se não bastasse isso, a ação foi feita na frente de uma criança. Que marca ficará na memória dessa criança? O que um cão fez para merecer tanta crueldade? O que leva uma pessoa a cometer este tipo de agressão?

Serão essas ações as consequências do mundo moderno? Estresse transformado em raiva que, por sua vez, torna-se crueldade? Cada vez mais as pessoas são pressionadas no mundo de hoje. Seja profissionalmente ou até socialmente.

O dia-a-dia das grandes metrópoles tem deixado cada vez mais pessoas à beira de uma crise de raiva, pessoas estão prestes a explodir! Não encontramos mais aqueles que nos cumprimentam na rua com um bom dia, boa tarde ou boa noite. Cadê a sociedade? Talvez esteja se desmanchando em crises e mais crises de raiva. Cuidado!
11:09:00

Sinais da esperança.

(por .Fe.Mazi)

Há sempre uma flor a insistir em desabrochar em meio á aridez do deserto. Nem tudo é trevas afinal. Temos o costume de criticar tanto, que ás vezes esquecemos de observar os raios de sol que transpassam tais trevas.

Ontem no Jornal Nacional, houve uma matéria muito interessante que acho digna de ser citada aqui. Foi mostrado como a tecnologia, quando bem usada, pode beneficiar muitos.

No interior do Amazonas, uma antena rompeu o isolamento de cinco séculos e deu início á uma nova maneira de aprender. São aulas de Educação Física que são transmitidas ao vivo: Professores em um estúdio em Manaus, alunos em 16 municípios do interior do Amazonas.

A tecnologia está permitindo á muita gente, 16 mil professores em cinco anos no Amazonas. Professores de ensino básico que só tinham o nível médio. De fato, o método á distância têm beneficiado muitos. Pessoas que só podiam sonhar com um ensino superior, agora vêem seu sonho virar realidade.

No Brasil, já são mais de 2,5 milhões de estudantes de educação a distância. O avanço tecnológico foi o fermento dessa revolução.

“Computador, internet, multimídia. Essas novas tecnologias vêm a somar com a necessidade da sociedade de atualização de conhecimentos, e de forma mais conveniente. A escola ou a universidade vem até elas e não vice-versa”, explicou Fredric Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância.

A educação a distância surgiu no século XIX. Com 150 anos, a University of London é a pioneira. Tem 40 mil alunos em 180 países. Produziu cinco prêmios Nobel. O mais ilustre, o ex-presidente da África do sul, Nelson Mandella, fez o curso de Direito por correspondência na prisão.

Na Segunda Guerra Mundial, soldados americanos já estudavam a distância. “Foi no pós-guerra, com a necessidade de formar profissionais rapidamente para que dessem conta de reconstruir os países da Europa, principalmente, que a educação a distância teve um grande impulso”, lembrou Beth Almeida, professora de Tecnologias na Educação (PUC/SP).

Saibamos apreciar tais iniciativas. Grandes exemplos em pequenas atitudes.
08:00:00

Internet: amiga ou vilã?

(por Luciano Silvestre)

A palavra internet tornou-se comum em meados de 1996 e desde então vem evoluindo. Mas as bases desse sistema remotam aos tempos da Guerra Fria, entre Estados Unidos e União Soviética, quando o governo americano decidiu desenvolver algo onde fosse possível a troca de informações entre seus computadores militares.

Atualmente, o público-alvo da internet é o jovem. Sites de relacionamento, como o Orkut, viraram febre mundial. São mais usuários a cada momento. Programas de mensagens instantâneas também viraram moda.

Mas vale lembrar que isso tudo não é um mar de rosas, mas sim um gerador de infinitos tipos de problemas, que podem ir desde o término de um relacionamento por causa do Orkut à casos de pedofília, que se tornam cada vez mais comuns.

Há quem critique o uso intenso da internet pelos adolescentes, mas também existem aqueles que defendem a ideia de que eles acabam aprendendo e até mesmo se informando pela internet. Deve-se controlar o uso entre a diversão e a informação.

Nesse mundo de informações, é necessário que os usuários fiquem atentos e denunciem qualquer ato criminoso presenciado na internet. Só assim teremos o verdadeiro objetivo da internet: troca de informações.
11:29:00

Inclusão digital de quem......?

(por .Fe. Mazi)

Na longínqua época do descobrimento, houve uma "troca de presentes" entre índios e portugueses, nativos e estrangeiros, entre explorados e exploradores por assim dizer. Em àquele choque de culturas, portugueses "generosamente presenteavam" os habitantes daquele belo território, com espelhos, relógios, etc... (ouro até!) os nativos afetuosamente davam-lhe a honra de portar os objetos característicos de suas tribos, colares, adereços, enfim...

Pois bem, o que essa conversa do passado tem a ver com inclusão digital? Talvez o fato de que, o modo como essa inclusão tem sido feita, talvez não esteja incluindo ninguém. Muitas vezes, os computadores nas mãos de pessoas mal instruídas, são como os espelhos e relógios nas mãos dos índios.

Concretamente não se pode entender inclusão, como uma simples alfabetização informatizada do Windows e pacotes de escritório. A pessoa deve compreender aquele complexo aparelho que está á sua frente, afim de que este possa de fato melhorar sua vida, seu dia-a-dia. O que se faz com uma torneira se não há água para escorrer por ela? Muito bem, como pode haver inclusão digital se não há linha telefônica e professores capacitados para ministrarem tal inclusão? Simplesmente não se inclui......!

Desde a década de 90, acadêmicos e especialistas em tecnologia da informação deram início á uma série de debates sobre um quadro preocupante e que pouco mudou, países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, estão perdendo muito por falta de informação. Sem meios necessários e recursos apropriados, tais países deixam para trás um grande leque de opções sobre como aquecer a economia e melhorar os baixos índices sociais.

Deve-se questionar até que ponto uma inclusão acontece realmente, e a relação que esta tem com a própria inclusão social. Quem e como estamos incluindo?
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